O fascista Jair Bolsonaro é réu por tentativa de golpe de Estado
Com a ajuda de militares o galinha verde Jair Bolsonaro queria promover um banho de sangue no Brasil. O plano golpista pretendia assassinar Lula, Alkmin e Alexandre de Moraes para implantar uma ditadura contra o povo brasileiro. Agora o ex-presidente e sete aliados — majoritariamente militares — responderão por crimes relacionados à trama golpista. Os partidos de esquerda e o movimento sindical-popular devem promover mobilizações amplas e crescentes pela punição dos golpistas e seus apoiadores.
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foto: esquerdaweb.com
O fascista Jair Bolsonaro passou quatro anos destruindo a economia brasileira e os direitos sociais do povo. Ao final, rejeitado nas urnas, quis dar um golpe de Estado para entregar o Brasil de vez ao capital financeiro. O governo Bolsonaro transformou trabalhadores em semiescravos, sem direitos e com salário mínimo congelado, ajudou a disseminar o vírus na pandemia matando mais de 700 mil pessoas, cortou verbas de merendas e remédios, vendeu a Eletrobrás, jogou as tarifas nas alturas, e esquartejou a Petrobrás para entregá-la aos pedaços.
Agora devido à pressão popular Bolsonaro e seu bando esão començado a ter o que merecem.
Por unanimidade, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) tornou o ex-presidente Jair Bolsonaro réu pelos crimes de golpe de Estado e tentativa de abolir o Estado Democrático de Direito. É a primeira vez que um ex-presidente eleito é formalmente acusado por crimes contra a ordem democrática estabelecida pela Constituição de 1988.? O ato foi oficializado em 26 de março de 2025.
Além de Bolsonaro, outros sete cúmplices e ex-integrantes de seu governo passaram à condição de réus. Tornaram-se réus:?
- Walter Braga Netto: general do Exército, ex-ministro da Casa Civil e ex-ministro da Defesa;?
- Paulo Sérgio Nogueira: general do Exército, ex-ministro da Defesa;?
- Augusto Heleno: general da reserva, ex-ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI);?
- Anderson Torres: delegado da Polícia Federal, ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Federal;?
- Almir Garnier Santos: almirante de esquadra, ex-comandante da Marinha;?
- Alexandre Ramagem: delegado da Polícia Federal, ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (ABIN);?
- Mauro Cid: tenente-coronel, ex-ajudante de ordens da Presidência.?
As provas apresentadas pela PGR comprovam que Bolsonaro chefiou o plano golpista que previa a intervenção no Judiciário e o assassinato do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, de seu vice, Geraldo Alckmin, e do então presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes. Ajudado por Braga Netto, foi montada até uma armadilha para sequestrar Moraes.
As provas mostram, também, que o “8 de janeiro” foi uma última tentativa de derrubar o presidente eleito e iniciar o golpe de Estado. As investigações mostram que o golpe não aconteceu porque os então comandantes do Exército, general Freire Gomes, e da Aeronáutica, tenente-brigadeiro do ar Carlos Almeida Baptista Júnior, opuseram-se a ele. O que, no mínimo, esquisito, pois deveriam ter denunciado e prendido os golpistas.
Agora os oito réus golpistas vão responder pelos crimes de: 1) abolição violenta do Estado Democrático de Direito; 2) golpe de Estado; 3) organização criminosa; 4) dano qualificado ao patrimônio da União e 5) deterioração de patrimônio tombado.
Os partidos de esquerda e o movimento sindical-popular devem promover mobilizações amplas e crescentes pela punição dos golpistas e seus apoiadores.
- Prisão para Bolsonaro e todos os golpistas!
- Pelo fim da tutela militar!
- Pelo direito de sindicalização da tropa!
- Pela ampliação dos direitos democráticos e sociais para o povo!